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Portas abertas para o amanhã

Acreditamos no poder da educação e sabemos que ela é a chave para transformar um território. Cientes de nossa contribuição do desenvolvimento local, reforçamos nosso compromisso de desenvolver e apoiar projetos e ações voltados para a melhoria da qualidade do ensino nos municípios onde operamos. Isso é feito por diferentes frentes de investimento: infraestrutura, com a construção de escolas, salas de aula e bibliotecas; cessão de instalações em comodato, como a do antigo prédio da área florestal para abrigar a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Eunápolis; capacitação de educadores; educação ambiental; e formação de profissionais na região, muitos deles absorvidos pelo mercado de trabalho, inclusive pela própria Veracel. [GRI 103-1, 103-2. 103-3: Comunidade Local]

 

 

Ensino em tribos indígenas

Todos os anos, doamos kits escolares para alunos de escolas indígenas de 27 aldeias Pataxó e Tupinambá da região de atuação da Veracel.  A iniciativa, apoiada pela Fundação Nacional do Índio (Funai), reforça o compromisso de contribuir para o acesso à educação de gerações futuras em comunidades tradicionais, além de incentivar o resgate e a preservação da cultura indígena tão presente na região.

Em 2017, teve início um projeto de melhorias nas escolas das aldeias. Ao longo do ano, uma equipe de uma consultoria Etno – contratada pela Veracel, juntamente com as comunidades e membros do corpo docente, maperam as principais necessidades das 28 escolas públicas da região para definir o escopo de atuação para melhoria. A previsão é de que as ações – de infraestrutura ou capacitação – sejam realizadas a partir de 2018.

 

 

Contribuindo para erradicar o analfabetismo

Em 2016, para atender às demandas dos movimentos sociais com os quais temos acordo em um projeto de assentamentos sustentáveis, iniciamos um projeto de alfabetização. A iniciativa partiu de diagnósticos que indicaram essa necessidade das famílias que integram estes movimentos, resultando em um dos eixos do trabalho desenvolvido nos assentamentos. A partir de uma metodologia que o próprio Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) trouxe de Cuba, foram feitas autoavaliações junto a estas famílias sobre seu grau de aprendizado, e o projeto foi direcionado às pessoas que se autodeclaravam sub-alfabetizadas ou analfabetas.

Em 2017, concluímos o primeiro ciclo de alfabetização nos assentamentos, envolvendo 240 pessoas. O diagnóstico e, posteriormente, novas etapas de alfabetização serão continuadas em 2018.

Veja mais sobre o Projeto Assentamentos Agroecológicos Sustentáveis no capítulo Uso e ocupação do solo e questões fundiárias

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