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Um olho na operação, outro no meio ambiente

Queremos deixar um legado positivo para as próximas gerações, portanto, estamos 100% comprometidos com a melhoria do nosso desempenho ambiental.

 

 

O compromisso com o meio ambiente é um dos nossos valores empresariais e item fundamental da Agenda de Sustentabilidade da Veracel. Buscar continuamente os melhores índices de produtividade das operações e o alto grau de qualidade de nossa celulose significa manter elevados índices de desempenho ambiental.

Desta forma, sabendo dos impactos potenciais e reais de nossas operações e cientes de nosso papel na conservação do meio ambiente, atuamos em conformidade com a legislação brasileira, adotamos padrões normativos em nossas atividades, desenvolvemos programas de educação ambiental junto a nossos públicos de relacionamento, conversando continuamente com as comunidades para medir, avaliar e corrigir possíveis impactos ambientais.

Pelo Indicador Ambiental Diário (IAD) acompanhamos os indicadores ambientais da operação industrial, sendo possível monitorar todas as etapas do processo com metas para os aspectos relacionados à água, emissões atmosféricas, efluentes líquidos e resíduos. [GRI 103-1, 103-2, 103-3: Água, Emissões, Efluentes e Resíduos]

 

 

Cuidar para não faltar

O rio Jequitinhonha, de onde captamos a água utilizada em nossas operações industriais, é monitorado mensalmente por uma empresa contratada pela Veracel, para verificação da qualidade do recurso hídrico e preservação de seu curso. O monitoramento acontece em três pontos, um a montante (lado da nascente do rio, anterior ao ponto de captação da Veracel) do lançamento de efluente e dois a jusante (lado do mar, que fica após o ponto de captação da Veracel).

Em nossas operações florestais, a água para utilização do Viveiro Florestal é proveniente de barragem em afluente do rio Pedra Branca e de poço tubular no próprio Viveiro; e para as atividades de silvicultura e colheita, em diversos pontos cadastrados ao longo de toda a área da empresa.

Em 2017, seguindo a tendência dos últimos anos, mantivemos a captação de água em cerca de 38% do limite permitido pela Agência Nacional das Águas (ANA) para as operações industriais e em torno de 30% para as atividades florestais. [GRI 303-1]

 

 

Total de retirada de água por fonte – Industrial

[GRI 303-1]

 

Nossa captação, tanto para operações industriais quanto para atividades florestais,
está bastante abaixo do limite permitido pela Agência Nacional das Águas (ANA)
e Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA).

Operações industriais: captação a 38% do limite
Atividades florestais: captação a 30% do limite

Nos últimos 03 anos o uso específico de água na fábrica foi cerca de 25 m3 para produzir 01 tonelada de celulose. A meta para 2018 é reduzir o uso de água para no máximo 24 m3/tonelada de celulose. Para alcançar esse resultado a empresa vem investindo em melhoria de controle de processo para otimização do uso de água e identificando oportunidades de reuso de água de processo. A meta para 2020 é alcançarmos o uso de água abaixo de 23 m3/tsa.

Total de retirada de água por fonteUnidadeLimite legalReferência201520162017
Vazão(m³/ano)75.336.00028.127.09227.517.22527.814.143
(m³/h)8600330132853274
(m³/tsa)25,025,025,2
CaptaçãoÁgua superficial: Rio Jequitinhonha

 

Total de retirada de água por fonte – Florestal

[GRI 303-1]

Total de retirada por fonteUnidadeLimite legal201520162017

 

Viveiro florestalVazãom³/ano363.131111.342118.775112.212
CaptaçãoBarragem em afluente do rio Pedra Branca e poço tubular no Viveiro Florestal
SilviculturaVazãom³/ano19.28862.00256.829
m³/ponto/dia43,213,820,020,0
Captação235 pontos cadastrados ao longo de toda a área da empresa
Colheita e estradasVazãom³/ano139.137121.39371.108
m³/ponto/dia43,223,830,827,0
Captação275 pontos cadastrados ao longo de toda a área da empresa

 

Nem todos os pontos cadastrados são utilizados durante o ano, pois dependem dos projetos onde são realizadas as operações florestais. O volume menor de captação para a silvicultura, em 2017, se deu em função da redução da área de plantio em relação ao ano anterior, o que também afetou a média de m³/ponto/dia, uma vez que o número de pontos utilizados em 2017 foi maior que em 2016. Nas atividades e colheita e estradas, o volume total foi bem menor que o anterior em razão do maior volume de chuvas na região em 2017 e da redução da implantação de estradas em comparação com 2016.

 

 

Água limpa de volta ao rio

A Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) da Veracel, para onde é encaminhada toda a água utilizada no processo de fabricação de celulose, possui alta eficiência de remoção de carga orgânica (acima de 98%). A ETE é dotada de um sistema de monitoramento contínuo e equipe técnica especializada, que garantem o controle ambiental e a qualidade do efluente que é lançado no rio Jequitinhonha. São monitorados os níveis de carga orgânica, nutrientes, oxigênio e pH, entre outros indicadores, atendendo a todos os limites legais e padrões de qualidade.

Os volumes de água utilizada nas atividades florestais são relativamente baixos em comparação às operações industriais. Ainda assim, o controle de captação é feito a partir de anotações feitas pelos motoristas dos caminhões-pipa, permitindo calcular o volume captado por cada ponto de coleta. A água que resulta dos processos de irrigação e limpeza no viveiro é encaminhada para um tanque impermeabilizado e usada para irrigação de gramados e jardins quando há necessidade de esvaziamento.

 

A Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) da Veracel
possui alta eficiência de remoção de carga orgânica (acima de 98%).

DESCARTE TOTAL DE ÁGUA POR QUALIDADE E DESTINAÇÃO

 

Resultados do tratamento de efluentes da Fábrica da Veracel

[GRI 306-1]

 

Características dos descartes de efluentesUnidadeLimite legalReferência201520162017
Vazão(m³/ano)58.341.60023.504.26122.894.51122.791.453
(m³/h)6660275927332683
(m³/tsa)25 – 5020,9020,820,7
AOXkg/tsa<0,200,040,030,03
DQOkg/tsa7 – 205,004,764,40
DBO5kg/dia4890721615781
kg/tsa0,3 – 1,5*0,230,200,30
SSTkg/tsa0,3 – 1,50,290,250,29
Nitrogêniokg/tsa0,05 -0,250,0530,0640,080
Fósforokg/tsa0,01 – 0,030,0160,0230,020
LançamentoRio Jequitinhonha
Método de tratamentoLodos ativados de aeração prolongada
Reutilizado por outra organização?Não

 

 

Resíduos e reciclagem: uma dupla que funciona
Na Veracel, reciclar é a ordem do dia

Em 2017, obtivemos o melhor índice de reciclagem de resíduos industriais sólidos de nossa história: 98%. Reduzimos em 6% a geração destes resíduos em comparação a 2016 e enviamos uma quantidade substancialmente menor para o aterro industrial: 83% a menos do que no período anterior. Os resultados positivos podem ser atribuídos a uma série de fatores que envolvem a gestão do tema na companhia.

 

 

Em 2017, 61,9% dos insumos agrícolas aplicados no
plantio de eucalipto foram provenientes de materiais reciclados

 

Tudo se transforma

Resíduos produzidos pelas indústrias de celulose, tais como cinza de biomassa, lama de cal, dregs e grits apresentam grande potencial de uso agrícola devido à presença de nutrientes minerais, além da capacidade de correção de acidez do solo. O aproveitamento de materiais orgânicos como o lodo da Estação de Tratamento de Efluentes e a biomassa de eucalipto permitem fechar um ciclo de reposição de matéria orgânica e minerais ao solo.

Temos como meta buscar sempre alternativas para reaproveitamento e reciclagem de resíduos sólidos gerados na indústria e levar ao aterro apenas os materiais para os quais não se tenha encontrado alternativa de uso economicamente viável.

Desde 2009, 100% do calcário utilizado como corretivo de acidez de solo no processo de silvicultura da Veracel é proveniente do corretivo produzido na Central de Tratamento de Resíduos da fábrica, que tem como matérias-primas os resíduos calcários gerados no processo de produção de celulose.

 

 

Materiais usados provenientes de reciclagem

[GRI-EN2]

 

2017Defensivos agrícolas (ton.)Fertilizante
(ton.)
Corretivo de acidez de solo – cinzas (ton.)
Proveniente de reciclagemNÃONÃOSIM
TOTAL
(em toneladas)
432,2611.146,2318.845,00
%1,4%36,6%61,9%

 

 

Resíduos gerados no processo de produção

[GRI 305-2]

 

Peso total de resíduosUnidade201520162017
Geração de resíduos sólidos industriaist/ano39.21435.27133.140
Geração de resíduos sólidos industriaiskg/tsa253230
Geração de resíduos perigosost/ano156103125
Índice de reciclagem de resíduos%94%89%98%

 

 

Resíduos industriais para reciclagem (t/ano)

[GRI 305-2]

 

Tipo de resíduosDestinação201520162017
Dregs e GritsReciclagem – Corretivo de solo19.02216.76016.561
Casca contaminada com areiaReciclagem – Substrato p/ planta1.194458497
Areia do pátio de torasReciclagem – Recuperação jazidas9501.6062.207
Cinza pesada (areia CF)Reciclagem – Recuperação jazidas2.8051.7303.254
Lodo da ETA*Reciclagem – Cobertura do aterro7271.4411.846
Biomassa de eucaliptoReciclagem – Substrato p/ planta9812939
Lama de calReciclagem – Corretivo de solo000
Lodo secundárioReciclagem – Fertilizante5.5254.5523.911
Lodo primárioReciclagem – Fábricas de papel1.7071.615828
Cinza leveReciclagem – Corretivo de solo2.8422.8503.052
Purga do precipitador eletrostático do Forno de CalReciclagem – Corretivo de solo0261136

*A geração de lodo da ETA foi menor em 2015 em função da baixa turbidez da água do rio Jequitinhonha naquele período, causada pelo longo período de estiagem.

 

Resíduos industriais enviados para o aterro industrial (t/ano)

[GRI 305-2]

 

201520162017
Dregs e Grits*Aterro industrial445232182
Casca contaminada com areiaAterro industrial000
Areia do pátio de torasAterro industrial000
Cinza pesada (areia CF)Aterro industrial000
Lodo da ETA**Aterro industrial0866150
Biomassa de eucaliptoAterro industrial0340
Rejeito do digestorAterro industrial765236
Cal calcinada***Aterro industrial1.0201.442389
Areia do rejeitoAterro industrial302253
Purga do precipitador eletrostático do Forno de CalAterro industrial614140

*Este tipo de resíduo somente é enviado para o aterro quando o percentual de sódio está acima de 5%. Em 2016, a ocorrência de sódio foi abaixo do limite, devido, especialmente, ao melhor controle operacional.
** Em 2016,o lodo da ETA foi enviado como resíduo para o aterro devido à quebra da centrífuga de desaguamento do lodo.
*** Este resíduo é gerado toda vez que há parada do forno de cal ou quebra do britador. Em 2015, começamos a reaproveitar parte desta cal gerada no próprio forno, o que justifica a diferença no volume de geração a partir deste período.

 

 

Resíduos não industriais

[GRI 305-2]

 

201520162017
Papel/papelãot/anoReciclagem238294307
Plásticot/anoReciclagem365341350
Sucata metálicat/anoReciclagem688683254
Óleo usadoLRerrefino82.49558.77676.000
Baterias usadast/anoReciclagem131310
Lâmpada fluorescenteun.Descontaminação7.7453.50715.589
Resíduo de refeitóriot/anoAterro industrial114111102
Resíduo não reciclávelt/anoAterro industrial8051.553947

 

 

Energia limpa

Nos últimos anos, mais de 90% de nossa energia foi proveniente de fontes renováveis, sendo o principal combustível o licor negro, que é um subproduto do processo, seguido da biomassa de madeira.

Também vendemos parte da energia produzida, contribuindo para a receita da empresa e com a redução de sobrecarga do sistema de fornecimento. Em 2017, disponibilizamos 44,3% a mais de energia para o sistema, em comparação a 2016. A sinergia entre as áreas Florestal e Industrial foi fundamental para a disponibilização de biomassa para queima visando ao aumento da geração de excedentes de energia para o mercado, uma boa opção de negócio para a Veracel.

 

 

Tipo de combustível utilizado para geração de energia térmica (GJ/ano)

[GRI 302-2]

 

Tipo de combustível201520162017
RenovávelLicor negro22.187.34222.329.02922.612.039
Biomassa1.303.7901.225.8101.816.054
Metanol322.328321.479322.799
Não renovávelÓleo combustível221.168232.091189.673*
Hidrogênio209.875253.124231.064
Gás natural1.317.0081.367.1701.336.448
Diesel5.33811.23814.117

*Melhorias na manutenção da Caldeira de Recuperação resultaram em maior disponibilidade do equipamento, reduzindo as paradas emergenciais e, consequentemente, o consumo de óleo combustível.

 

 

Geração e consumo de energia (GJ/ano)

[GRI 302-2]

 

Energia Elétrica201520162017*
Produzida na fábrica3.457.1803.453.9233.571.857
Vendida para o SIN***423.041419.658547.194
Comprada do SIN***52.69251.62083.020**
Consumo da fábrica2.142.6952.141.3742.174.719
Enviada para a planta química920.159930.528920.160

*Ano 2017 com base nos dados consolidados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)
**A principal causa do aumento de compra de energia elétrica foi a manutenção das válvulas do Turbo Gerador, que demandou energia extra para as operações da fábrica e da planta química (AkzoNobel)
***Sistema Interligado Nacional

 

Consumo de combustível por outras áreas (GJ/ano)

[GRI 302-2]

 

201520162017
Máquinas florestais (harvester, forwarder e caminhões do transporte de madeira)*Diesel530.709525.400559.374
Barcaça de celuloseDiesel marítimo226.077231.859251.856
VeículosEtanol11.4025.768
Gasolina1.4291.078
RefeitóriosGLP3843,4
Empilhadeiras (fábrica + TMB)**GLP4.6092.571

*Nos anos anteriores foram considerados as seguintes máquinas: harvester, forwarder, caminhões do transporte de madeira e gruas de carregamento de madeira. Não estão incluídos caminhão pipa, comboio e outros
** Em 2016, passamos a reportar o consumo de combustíveis de refeitórios e empilhadeiras como forma de aprimorar as informações sobre este indicador

 

Intensidade energética (KWh/tsa*)

[GRI 302-2]

 

Relação entre a produção da fábrica e a energia produzida, vendida, comprada e consumida

Energia elétrica201520162017
Produzida na fábrica855871901
Vendida para o grid105106138
Comprada do grid131321
Consumo da fábrica530540548
Enviada para a planta química228235232

*tsa = tonelada de celulose seca ao ar

 

 

CO2: estocamos naturalmente!

 

Cientes da importância da gestão e do controle das emissões atmosféricas, seguimos buscando o aprimoramento dos nossos processos para minimizar os impactos. A boa notícia é que nosso índice de geração de CO2 é inferior a 1% do volume estocado em nossas florestas.

O controle das emissões atmosféricas, na Veracel, é realizado de forma rigorosa. Instrumentos instalados nas chaminés medem a todo tempo a qualidade destas emissões, de forma a atender a todos os padrões de qualidade do ar. Iniciativas para gestão da paisagem, manejo florestal sustentável e busca pela redução da utilização de produtos químicos são práticas que contribuem para a minimizar os impactos das emissões atmosféricas. Saiba mais sobre estas e outras iniciativas no capítulo Paisagem e Biodiversidade.

Complementarmente, assumimos o compromisso de controlar e reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), junto com outras organizações, integrando um acordo que estabelece diretrizes gerenciais para a implantação de um programa piloto de informações gerenciais sobre emissões de GEE no setor florestal, particularmente do segmento de celulose e papel. O ano de 2017 foi marcado por discussões sobre o protocolo, ainda sem previsão de conclusão. O programa é coordenado pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, com assessoria técnica da consultoria Plantar. [GRI 103-1, 103-2, 103-2: Emissões, 305-2]

 

 

É comum que as pessoas que nos visitam acharem que é fumaça, mas essa emissão é vapor d’água, proveniente do processo produtivo.

 

Emissões de substâncias destruidoras da camada de ozônio, por peso (tonelada /ano)

[GRI 302-6]

 

201520162017
R-220,6940,8700,829
R-1340,1290,2590,646
R-141B0,1290,2590,000

A variação do consumo anual de gases refrigerantes se dá em função das necessidades de manutenção do sistema de refrigeração da empresa.

Emissões de NOx, SOx e outras emissões atmosféricas significativas

[GRI 305-7]

 

Emissões atmosféricasUnidadeLimite legalReferência201520162017
NOxtNO2/ano1090,41173,41328
SOxtS/ano6,022,433,6
TRStS/ano9,47,85,7
Material Particuladot/ano468,3505,7403
TRSkgS/tsa0,05 – 0,20,0080,0070,0
NOx Caldeira de RecuperaçãokgNO2/tsa (6% O2)1,0 – 1,70,8600,9921,2
NOx Forno de CalkgNO2/tsa (6% O2)0,1 – 0,350,2610,2380,2
S Caldeira de RecuperaçãokgS/tsa (6% O2)0,030 – 0,1300,0060,0210,031
S Forno de CalkgS/tsa (6% O2)0,055 – 0,1200,0100,0100,0
MP Caldeira de RecuperaçãokgMP/tsa (6% O2)0,020 – 0,3000,3180,3220,2
MP Forno de CalkgMP/tsa (6% O2)0,005 – 0,030,0450,0630,1
NOx Caldeira de RecuperaçãomgNO2/Nm³ (8% O2)470148,9166,9197
NOx Caldeira de ForçamgNO2/Nm³ (8% O2)65043,743,766,6
NOx Forno de CalmgNO2/Nm³ (8% O2)470380,5333,7308,6
SOx Caldeira de RecuperaçãomgSO2/Nm³ (8% O2)1000,386,1010,0
TRS Caldeira de RecuperaçãomgS/Nm³ (8% O2)151,581,030,477
TRS Forno de CalmgS/Nm³ (8% O2)3015,214,313,1
MP Caldeira de RecuperaçãomgMP/Nm³ (8% O2)10058,355,238,0
MP Caldeira de ForçamgMP/Nm³ (8% O2)10042,985,064,1
MP Forno de CalmgMP/Nm³ (8% O2)10058,178,568,3

 

 

Cheiro de enxofre? Aqui não!

Um dos possíveis impactos de nossas operações industriais é a geração de odor, proveniente dos compostos de enxofre, que são mais perceptíveis quando há atividades de manutenção ou algum problema durante o processo. Para isso, embora esse odor não cause prejuízos à saúde, mantemos uma Rede de Percepção de Odor (RPO), formada por voluntários, moradores do entorno da fábrica, que são treinadas para registrar qualquer cheiro relacionado com a fábrica nas redondezas.

Em 2017, tivemos 15 reclamações de odor, causadas por desvios de gases em eventos pontuais do processo, além de falhas em alguns instrumentos críticos. Todos estes desvios foram mapeados e corrigidos durante a parada geral de manutenção, em outubro, e conseguimos voltar a operar normalmente. Trabalhamos continuamente para evitar a geração de odor e pretendemos resgatar a condição de excelência ambiental nesse quesito, já obtida anteriormente, em 2015, com zero reclamação de odor.

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