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Mensagem dos diretores

Andreas Birmoser
Presidente

Como é comum a qualquer transição, o período de mudanças na governança da Veracel no último ano não foi fácil. No entanto, vivenciamos um episódio muito rico de uma saudável integração entre as diretorias e as equipes, nos permitindo aprender muito com os acionistas. Ao assumir a presidência, em fevereiro de 2018, meu primeiro movimento foi de conhecer melhor as pessoas e processos. O resultado não poderia ter sido diferente: estou à frente de uma empresa sólida, com pessoas comprometidas e atuação fortemente enraizada em suas diretrizes estratégicas.
Temos pela frente a responsabilidade de manter os excelentes resultados já conquistados, como os altos níveis de segurança e qualidade alcançados nos últimos anos. Sabemos que, quanto melhores os resultados, maior é nossa responsabilidade em levá-los a patamares superiores. Temos também alguns desafios no horizonte, precisamos recuperar a produtividade florestal, assegurar suprimento de madeiras para o ano e sabemos que podemos melhorar nossos índices operacionais, uma meta que nos instiga ainda mais neste ano, o primeiro do nosso calendário sem uma Parada Geral.
Entre desafios e conquistas, temos um longo caminho pela frente, com grandes iniciativas que nos alçarão ao próximo nível. Trabalhamos para continuar a gerar riquezas para o território e aumentar nossa contribuição para o desenvolvimento sustentável da região. E para isso, sabemos que podemos contar com nosso time, formado por profissionais competentes e altamente comprometidos com nossa missão e com nossos valores. Certamente os resultados virão. [GRI 102-14]

 

Anderson Ângelo de Souza
Diretor Financeiro e Administrativo

A criação do Comitê de Gestão em 2017 trouxe para todos nós um modelo diferente de trabalho. A presença dos conselheiros na microgestão da empresa nos impulsionou a mergulhar mais profundamente na governança, ampliando nossa visão sobre a forma de atuar e nos inspirando a pensar diferente.

No setor financeiro, tínhamos desde o início do ano um desafio muito claro de estabelecer o controle de custos. E a estratégia que nos permitiu cumpri-lo com louvor foi justamente pensar fora da caixa. A implantação do Orçamento Base Zero é um processo que começou em maio e seguirá ao longo dos próximos anos, incorporando-se gradualmente à cultura da Veracel. Abandonar o modelo tradicional de planejamento histórico não é simples. Repensar as estruturas com base no tamanho do negócio, ano a ano, tampouco. Mas o resultado alcançado ao final de 2017 evidenciou para todos que a metodologia do Orçamento Base Zero nos torna mais competitivos e agrega valor à Veracel. De forma consistente, mostramos que a ferramenta não é uma forma de simplesmente cortar custos, e sim, de aplicar os recursos de forma eficiente.

Como resultado, apesar da inflação, encerramos o ano com a mesma média de custos fixos registrada em 2016, um desempenho notável em um ano de cenário econômico difícil para o país. Sabemos que a mudança de cultura não acontece instantaneamente, mas seguimos trabalhando para aprimorar a gestão de forma consistente, impulsionados pelas conquistas que já alcançamos e motivados na busca de fazer da Veracel uma empresa cada vez melhor. [GRI 102-14]

 

Ari da Silva Medeiros
Diretor Industrial

O ano de 2017 foi marcado por várias conquistas significativas, que nos deram a certeza de que estamos trilhando o caminho certo em nossas diretrizes estratégicas. Alcançamos o melhor desempenho em segurança destes 26 anos de história, com um índice de taxa de frequência de acidentes com perda de tempo de 0,36, um resultado notável a nível mundial. Nosso excelente desempenho em Segurança ficou evidenciado pela execução da melhor Parada Geral que já realizamos, sem o registro de nenhum acidente durante os dez dias de atividades.

Também neste ano, registramos a marca de 99,7% de Qualidade Prime, o segundo melhor índice da nossa história. Fruto de um processo de gestão e controles estruturados, de uma liderança dedicada e de uma equipe altamente competente.

Por outro lado, não ignoramos que foi um ano difícil, que encerrou nos deixando importantes aprendizados que seguiremos, sempre na proposta de melhoria contínua. Tivemos algumas questões ambientais relacionadas ao controle de odor, que reforçou nossa atenção à gestão deste processo. Corrigidas as falhas, focamos agora em retornar esta área à condição de referência mundial em 2018. Também tivemos um ano difícil em termos de produção de celulose. Chegamos perto da meta, mas algumas perdas importantes em áreas críticas não nos permitiram alcançá-la. Todos os gargalos foram sanados para 2018. Este é um ano-desafio, pois é o primeiro do calendário sem uma Parada Geral. Serão 361 dias de operação para atingirmos a nova meta, mais audaciosa, de produzir, de 1.130.000 tsa. Estamos confiantes e certos de que temos o que é necessário para alcança-la. [GRI 102-14]

 

Moacyr Fantini
Diretor Florestal

Este foi um ano fundamental para nosso trabalho de retomada da produtividade. Tivemos um período favorável, com chuvas bem distribuídas e acima da média, contribuindo para a condição de crescimento desejável da floresta. Manter este nível de qualidade em uma crescente tem sido nossa prioridade, por isso, os resultados consistentes registrados em 2017 nos alegram e motivam na continuidade do trabalho. E como parte dele, também nos concentramos na eliminação de áreas de baixa produtividade, com o objetivo de eliminá-las até meados de 2019, substituindo-as por novas florestas. Já temos a tecnologia necessária, e nosso desafio agora consiste em aplicá-la em larga escala.

Também em 2017 atuamos fortemente nos programas de desenvolvimento dos assentamentos agroecológicos. Junto aos nossos parceiros, aliando estratégias jurídicas a um trabalho consistente de diálogo, promovemos reintegrações e estabilizamos o índice de ocupação, o que representa, sem dúvida, um grande progresso nesta frente. Avançamos também em outra frente muito importante para nós, a gestão da excelência na silvicultura, com a consolidação do sistema de controle de qualidade. Aliado a isso, seguimos investindo em desenvolvimento e capacitação na Gerência de Silvicultura, fortalecendo o trabalho em equipe, a liderança e a comunicação em busca da melhoria contínua de nossas ações.

Agora, seguimos no desafio de alcançar a superfície do equilíbrio, atingindo a autossuficiência de produção e abastecimento de madeira. Trabalhamos com otimismo, cientes de que os planos de recuperação de idade de corte e de produtividade seguem de acordo com o que foi estabelecido e que nosso objetivo é ambicioso, mas alcançável. [GRI 102-14]

 

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